Era 11 de setembro, uma manhã de domingo, quando meus olhos viram uma a uma de minhas interrogações sendo substituídas por exclamações.
Aos meus meus ouvidos chegavam as respostas para cada um dos meus questionamentos internos.
Estava diante de mim a ruína de minhas falsas percepções, ilusões e esperança que há anos habitavam-me.
Meu fardo de culpa caiu dos meus ombros, e a leveza me fez enxergar que o brilho do outro é incômodo,
O orgulho é mais forte que o desejo de mudança,
As palavras depreciativas tem objetivo de ofuscar o que é belo ou vitorioso.
Os longos períodos de gelo, silêncio e indiferença são formas de controle e punição.
Porquês nem sempre existirão,.
Fato é que piso em ovos, pois Narciso habita comigo.