RELACIONAMENTO COM DEUS

Tudo na vida é uma questão de relacionamento com Deus.
Conhecer a Deus,  conhecer a Sua voz, seguir Seus ensinos, obedecer Seu padrão, enxergar pelo Sua ótica, reconhecer Seu agir, desejar o controle do Espírito Santo…
Pessoas em rebeldia, em depressão, pessoas acomodadas espiritualmente, desigrejadas, pessoas magoadas, com dificuldade de perdoar, etc; devem considerar isso:
–  O relacionamento com Deus se inicia antes do nascimento.
O  Salmo 139 mostra a onisciência do Senhor que nos conheceu ainda informe no ventre de nossa mãe. Não há ninguém que nos conheça melhor que nosso Criador, não há ninguém que tenha planos perfeitos para nossa vida tal como Ele que perscruta nosso íntimo.
Isso nos faz confiar e desejar viver os planos bons, perfeitos e agradáveis de Deus para nossa vida.
Quando o Senhor nos orienta  a buscar a santidade, nos abstermos de vícios, não realizar uma aliança com o ímpio, não amar o dinheiro, etc…é para nosso próprio bem. Ele conhece nossa natureza, anseios, necessidades e fraquezas e nos orienta através de seu manual de instruções: a Bíblia.
“Pois tu formaste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe.Eu te louvarei, porque de um modo tão admirável e maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e esmeradamente tecido nas profundezas da terra.Os teus olhos viram a minha substância ainda informe, e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles.” Salmo 139.13-16 
O relacionamento com Deus  passa pela manjedoura.  
Ele não precisava se encarnar, nem vir na família de um carpinteiro, entretanto, o Senhor se humilhou na forma humana. “Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus,o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz.” Filip. 2.5-8
As religiões estimulam o empoderamento do homem, no entanto, Cristo diz: “sem mim nada podeis fazer” João 15.5b.  Aprendemos a  depender de Deus, ter consciência da  fragilidade e efemeridade de nossa vida, e isso nos ensina a tolerar e amar o próximo como a nós mesmos.Além de encarar a morte como uma realidade que a ninguém pode faltar.  
Relacionamento que continua no Getsêmani.
Todos temos livre arbítrio e Jesus Cristo poderia ter desistido de nos substituir na cruz, mas nem a angústia, nem o pavor, nem os pecados da humanidade superaram a obediência a Deus e o olhar fixo nos propósitos eternos do Pai.
Aprendemos nesse relacionamento que nada é maior ou melhor que a eternidade. Nossas aflições são momentâneas e  breves diante da eternidade que Deus tem reservado para aqueles que o amam.Vale a pena insistir e persistir mesmo nas tribulações. 
 “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Retirando-se mais uma vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.” Mateus 26.41,42
Relacionamento que é provado no Gólgota.
Jesus nos substituiu na cruz do Calvário.Relacionando com Deus aprendemos o valor do perdão  a necessidade de praticá-lo sem medida e por iniciativa própria. Foi assim que Ele agiu conosco, mesmo sendo pecadores.
Somos devedores dessa graça , eternamente devedores  e isso nos constrange a perdoar o próximo e a buscar o perdão de Deus a cada falha cometida contra Ele.
“Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, ali o crucificaram, a ele e também aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda.Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem…  Lucas 23.33,34  
Relacionamento que vence a sepultura.
Deus ressuscitou seu Filho, a morte não pode deter o Autor da Vida. A sepultura se encontrou vazia ao terceiro dia, e hoje está vazia porque Deus exaltou seu Filho soberanamente e lhe deu o nome que é sobre todo nome.
A ressurreição é a expectativa que temos após a morte física. Nosso relacionamento não é com um Deus morto, inerte, moroso. Testificamos que sua atuação na história  é constante, real e pronta; e não apenas na história da humanidade, mas na história individual de cada homem que clama e espera pela ação.
“Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graça a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” I Coríntios 15.55-57
Relacionamento que e adentra a eternidade.
Relacionar-se com Deus é ter intimidade diária com nosso Senhor e Redentor, através da oração, leitura da Palavra e obediência à Grande Comissão e ao grande mandamento.
É respirar a Cristo e viver o Evangelho a ponto de fazermos notório e palpável o Cristo que pregamos, sabendo que não estamos sós, o Espírito do Senhor habita em nós e é garantia de eternidade.
“e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” Mateus 28.20b

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