IGREJAS VALE TUDO


” Ao contrário de muitos, não negociamos a palavra de Deus visando lucro; antes,em Cristo falamos diante de Deus com sinceridade, como homens enviados por Deus.” II Coríntios 2.17

Os cultos em  muitas igrejas evangélicas tem se transformado numa arena de vale tudo, visando garantir grande número de espectadores e frequência regular. 
Não há escrúpulos, não há regras, não há limites para a imaginação humana e para o marketing direcionado a atrair pessoas de boa fé.
Os holofotes focam apóstolos, profetas, bispos, levitas, etc. 
A ênfase está no homem.                                                       A programação é composta de muito barulho, luzes, leilões financeiros, unção com óleo, unção de Manassés, correntes, orações fortes, curas instantâneas, entrevista com o diabo, profecias, atos proféticos, cai-cai, sopros, rituais exóticos , imitação de animais, distribuição de lenços, pulseiras, objetos; rituais semelhantes aos da umbanda, judaísmo, espiritismo; hipnotismo, etc. Vale-tudo para atrair frequência.
A mensagem é sempre pautada no aqui e agora, nas coisas efêmeras e passageiras como prosperidade financeira, aquisição de bens, status, poder e auto-ajuda.
Essas igrejas abandonaram a regra de ouro: a Palavra de Deus. 
O nome de Deus, de Cristo e do Espírito Santo são usados como estímulo para que seus fiéis (fiéis da igreja e não de Deus) corram atrás de um prêmio corruptível, terreno e diabólico.
Reduziram o poder de Deus à capacidade de transformar pessoas em ricos empresários, proprietários de muitos bens e automóveis , vencedores em concursos e litígios trabalhistas . E pior, medem a aprovação de Deus pelo número de cadeiras ocupadas ou pelo balanço final realizado nos gazofilácios.
O crescimento numérico que elas vem experimentando é alardeado como avivamento e ação de Deus para salvação, porém elas não passam de um oceano com alguns centímetros de profundidade que impedem as pessoas de boa fé  de atravessarem  desertos e irem de encontro à cruz.
Semente sem morte, broto sem raíz, planta facilmente arrancada, árvore sem fruto. Crentes sem entendimento, cristãos sem comportamento, admiradores do evangelho sem arrependimento e sem novo nascimento, são esses que engrossam as estatísticas do crescimento do número de evangélicos no Brasil.
Não é pela quantidade de fruto que se conhece a árvore , mas pela qualidade do fruto!


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