ROSA BRANCA

O PASTOR HERNANDES DIAS LOPES CONTA EM SEU LIVRO: MÃES INTERCESSORAS, que “Na cidade de Londres, havia uma mãe  muito piedosa que vivia só com sua filha adolescente. Um dia,  a moça chegou para a sua mãe e disse: “Mãe eu quero ir embora de casa, eu quero conhecer o outro lado da vida, o que o mundo tem para oferecer.” Sua mãe aflita em lágrimas, pediu, suplicou e implorou para que a filha não saísse de casa. Mas a jovem estava determinada. Seu coração estava insensível aos apelos da mãe. A jovem arrumou sua mochila e disse: “Eu vou embora e não volto. O mundo me espera e eu quero conhecê-lo”. A mãe, com o coração alquebrado, saiu com a filha até o portão…sua mãe foi então ao jardim da casa e apanhou uma rosa branca e lhe entregou dizendo: “Filha querida, quando você estiver caminhando pela estrada da vida, sem rumo, sozinha, sem esperança, sem paz e sem sentido para viver e você olhar para uma  rosa branca, lembre-se que sua mãe estará de joelhos, orando por você, clamando aos céus por sua salvação e esperando a sua volta para casa.”
A menina pegou a rosa das mãos da sua mãe e partiu. Percorreu o caminho das aventuras, andou pelas estradas dos desejos. A princípio a vida parecia cheia de encantos. Mas, não tardou para que ela sentisse um grande vazio na alma, uma profunda insatisfação com a própria vida. Então, a moça mergulhou nas águas turvas do pecado, enlameou sua vida, conspurcou sua honra. A alegria foi trocada pela tristeza, a liberdade tornou-se uma escravidão, estava no fundo do poço. Sua alma estava gemendo de avassaladora opressão. Depois de colher os frutos malditos de sua irrefletida decisão, depois de descobrir que os brilhos do mundo são falsos, que os prazeres do pecado são uma mentira e que sua vida estava vazia e sem sentido, ela resolveu dar cabo da sua vida. Certo dia, aquela jovem estava numa ponte sobre o rio Tâmisa, em Londres, pensando em se jogar no rio, para acabar com o drama da sua vida. Nesse momento, um pregador caminhava nessa mesma ponte, indo para o trabalho em uma igreja. Ao passar por ela, a convidou para ir com ele à igreja, mas a jovem rispidamente rejeitou o convite, e destratou o pregador. Ele já estava seguindo o seu trajeto, quando de repente, num lampejo em sua mente, o Espírito de Deus o toca e o move a oferecer a rosa branca que trazia na lapela àquela jovem.
O pregador, então, aproximou-se dela novamente e lhe disse:”Moça, eu não sei quem é você, de onde vem, nem o que está fazendo aqui, mas Deus está me orientando a oferecer-lhe esta rosa branca. Se você mudar de ideia, eu estarei pregando em uma igreja logo ali na frente. A jovem pegou a rosa branca, lembrou-se das palavras da sua mãe, da intercessão da mãe, e começou a chorar. Quando o pregador começou o seu sermão, a jovem entrou na igreja e assentou-se no último banco. Na hora do apelo, ela foi a primeira a levantar-se e ir à frente. Em lágrimas de arrependimento, ela ajoelhou-se diante do Senhor, entregando sua vida  a Cristo. Naquela mesma semana , a jovem estava de volta à casa de sua mãe, transformada pelo poder de Deus.”
O Senhor Deus, do seu trono de graça e misericórdia, envia uma rosa branca a quem é alvo de nossa intercessão.
Nossas orações são esperadas pelo Pai. 
Suas respostas são aguardadas por  nossos corações. 
O tempo de Deus e sua forma de agir são surpreendentes, pois muitas vezes somos as mãos que  entregam  rosas brancas, enquanto aguardamos nossos amados a receberem de outrem.

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