“E o servo do homem de Deus se levantou muito cedo e saiu, e eis que um exército tinha cercado a cidade com cavalos e carros; então o seu servo lhe disse: Ai, meu senhor! Que faremos?
E ele disse: Não temas; porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles.
E orou Eliseu, e disse: Senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu.” 2 Reis 6:15-17
As batalhas que nos cercam, sejam quais forem, parecem sugar nossas forças físicas e mentais.
Alguns chegam a desacreditar da existência de Deus, entregando-se à desesperança e à revolta.
Outros recorrem a paliativos para enfrentar as lutas e as dores que a existência lhes traz.
Um homem ou mulher que serve a Deus não tem seus olhos atentos às circunstâncias ou ao tamanho da guerra que o cerca, mas no poder inquestionável de seu Senhor.
Reis, estratégias de guerra, arsenal, planos e ameaças de morte, não são páreo para um Deus que tudo sabe e tudo pode.
Medo, desespero, ansiedade, nos acometem quando nossos olhos ainda estão fixos em nossa própria força ou capacidade, ou quando depositamos em nossos planos e estratégias, a esperança de êxito.
O olhar espiritual que contempla o agir de Deus , faz-nos descansar e entender que a guerra espiritual é maior e decisiva.
Deus, quando reconhecido e obedecido como Senhor, toma para si as afrontas do inimigo e surpreende a qualquer estrategista com seus feitos admiráveis a favor daqueles que o amam.
Quando Deus entra na peleja é para trazer vitória ao fraco e abatido, é para trazer esperança ao destroçado, trazer cura para o ferido.
Ele confunde e cega o exército adversário, despoja os inimigos; transforma força em fraqueza, poder em vergonha.
Quando Deus entra na peleja é para nos salvar e restaurar.
Quando Deus entra na peleja é para revelar seu poder e glória.