PADRÃO DE SANTIDADE

“O fariseu ficou de pé e orou sozinho, assim: “Ó Deus, eu te agradeço porque não sou avarento, nem desonesto, nem imoral como as outras pessoas. Agradeço-te também porque não sou como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes por semana e te dou a décima parte de tudo o que ganho.” Lucas 18:11,12

Não raras as vezes confundimos religiosidade com santidade.

Não raras vezes nos consideramos melhor do que o outro.

Oração, jejum, esmolas… eram as práticas religiosas dos fariseus, semelhantemente na atualidade muitos se consideram padrão de santidade por praticarem a leitura da bíblia, oração, o jejum, as obras sociais, etc.

Melhor seria bater no peito e pedir misericórdia pela falta de santidade que começa no orgulho espiritual e se estende ao julgamento do próximo, realizado com base no que se vê ou não vê.

O padrão espiritual nunca deve partir de nós: o que somos, vemos, pensamos ou sentimos.

O padrão espiritual é Cristo!

A santidade começa no reconhecimento de nossas fraquezas, na pontuação de nossas falhas, na confissão de nossos pecados, no inconformismo com o erro, na abdicação de nossas vontades.

A santidade continua no fino trato, nas palavras sábias, no temperamento controlado, na mente sã, na capacidade de ofertar perdão, de viver o grande mandamento, de obedecer a grande comissão, de chorar com os que choram, de ter relacionamentos saudáveis, de demonstrar gratidão.

A santidade não finda, ela é a incessante busca em ser a resposta da oração de Jesus. (João 17.17)

Vida de oração, vida de obediência à Palavra, vida de amor e obras, não será religiosidade diante da consciência de que não merecemos condecorações por fazermos o que deve ser feito.

“Por acaso o empregado merece agradecimento porque obedeceu às suas ordens?
Assim deve ser com vocês. Depois de fazerem tudo o que foi mandado, digam: “Somos empregados que não valem nada porque fizemos somente o nosso dever.”Lucas 17:9,10

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